Divulgação.

Divulgação.

Em 2012, havia 1 bilhão de carros no planeta. A previsão é de que em 2020 este número suba para 2 bilhões, o que certamente implicará em mais congestionamento e menos mobilidade. Mas como evitar que as grandes cidades parem? Como garantir a fluidez nas vias integrando o carro, o transporte público e vias alternativas de locomoção, como a bicicleta? A experiência mostra que construir mais ruas, rodovias, pontes e viadutos não é a solução, pois quanto mais vias, mais veículos para circular nelas. Por outro lado, é impossível abandonar totalmente o carro em algumas cidades que não contam com outras opções de transporte eficientes. O que fazer, então?

Este é o mote de Bike Vs Carros, filme do sueco Frederik Gertten, que será exibido no Recife no Cinema da Fundação, segunda (13), às 19h. Em tempos de uma crise generalizada, o filme é ideal para ampliar discussões sobre clima, recursos naturais e cotidiano das cidades. A indústria automobilística cresce desenfreadamente. Ciclistas militantes buscam mudanças radicais na mobilidade das grandes cidades. As diferenças no uso de bicicletas e de carros são gritantes em comparação entre algumas cidades, como São Paulo e Copenhague. As gravações ainda mostram Los Angeles, Toronto e Bogotá.

O longa foi um dos destaques do festival South By Southwest este ano e ganha distribuição pela VideoCamp, plataforma independente que promove filmes voltados para ativismo online, engajamento e entretenimento. Além do Recife, Bike Vs Carros também terá exibição em São Paulo, no auditório do Ibirapuera.

Sem mais artigos