Lana Del Rey defendeu sua decisão em se apresentar em Israel no evento Meteor Festival. Ela vai na direção contrária de vários artistas que decidiram boicotar o país por conta de diversas denúncias de desrespeito aos direitos humanos e das políticas de assentamentos em território palestino.

“Eu acredito que música é universal e deveria ser usada para nos unir. Cantar em Tel Aviv não é um posicionamento político ou comprometimento com as políticas de lá, assim como cantar aqui na Califórnia não significa que minhas opiniões estão alinhadas com o atual governo”, disse Lana no Twitter.

Ela disse ainda que sua performance em Israel será feita com “amor e ênfase na paz”.

A Campanha Palestina pelo Boicote Acadêmico e Cultural em Israel divulgou uma nota: “Pedimos que você reconsidere. Duvidamos que você tivesse cantado na África do Sul do Apartheid; dessa maneira artistas se recusam a tocar no “Apartheid” de Israel”.

O fato de tocar em Israel sempre causou controvérsia. Lorde cancelou um show por lá depois de ser bastante criticada. Já o Radiohead se apresentou em 2017, o que fez Thom Yorke se defender dizendo que não defende as políticas de Netanyahu ou Trump, mas que “tocar em um país não significa o mesmo que apoiar seu governo”.

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