Revista O Grito!

Jazz Metal — Por Paulo Floro

Categoria: Trabalhos (Página 3 de 6)

Uma resenha do Google +

Escrevi as primeiras impressões do para o portal NE10, onde aliás estou cobrindo tecnologia desde o mês passado. E como aqui é minha extensão online pessoal, diversos posts sobre o assunto vão aparecer por aqui.

Batendo o Facebook

O Google lançou nessa semana o Google +, uma nova estratégia para ganhar terreno no universo das mídias sociais depois de ver o Orkut ofuscado pela onipotência do Facebook. A empresa afirma que a nova empreitada não se trata de uma rede social, mas sim um novo método de compartilhamento. Ainda no período de testes, e por isso, com acesso restrito a convidados, os primeiros dias do site evidenciaram que o Google conseguiu levar sua proposta de fazer uma web intuitiva e descomplicada para o Google +. Por outro lado, fica explícito que a empresa aproveitou muito da usabilidade do Facebook.

A grande diferença entre os dois – Facebook e Google + – é que o último não é uma rede social, nas palavras do Google. “Desejamos mudar a comunicação online para que ela seja tão natural, enriquecedora e diversificada quanto nossas interações na vida real”, escreveu o executivo do Google, Vic Gundotra, no blog oficial do grupo. A novidade maior é que o site trabalha com a ideia de “círculos”, uma rede de pessoas unidas por afinidade. Outro diferencial são os “hangouts”, uma ferramenta que possibilita conversas de áudio e vídeo com várias pessoas online.

Por não se tratar de uma rede social – ao menos não conceitualmente – o Google + torna-se interessante por não focar na fogueira das vaidades que se transformou outras redes como o Twitter e o Facebook, por exemplo. Uma pessoa pode ser muito popular, mas ter apenas amigos íntimos em seus círculos, exatamente como funciona na vida real. A impressão é de que todos os usuários fazem parte de uma grande rede e estão disponíveis para serem convidados a participar de grupos com afinidades comuns.

O acesso atualmente está restrito a convidados. Quem já está na rede pode convidar outros usuários, mas a ideia é que em breve todos possam fazer parte. A estratégia já foi utilizada em outras ferramentas do Google, como o Orkut e até mesmo o Gmail.

O site é uma página pessoal, onde é possível compartilhar links, comentários, fotos, postagens de amigos, entre outros. O botão +1, lançado mês passado é amplamente utilizado e está integrado no buscador e atualmente presente em várias páginas pela web. Na prática, é como o “curtir” do Facebook. Segundo a empresa, os resultados de pesquisas na web mostrará como mais relevante o que for compartilhado no Google +.

As semelhanças são muitas com a rede social de Mark Zuckerberg. O layout da página é muito semelhante, com o feed de notícias, aqui chamado de “Stream”, as notificações no topo, um espaço multimídia para compartilhar e um menu básico à esquerda. A diferença mesmo fica por conta dos círculos, algo que possibilita uma interação até agora inédita no Facebook. A privacidade também ganha mais atenção. Para cada postagem, o usuário precisa avisar para quem ele está compartilhando aquilo, desde algum círculo específico até aquele amigo próximo.

A ferramenta Sparks apresenta vídeos, fotos e outros conteúdos compartilhados pelo usuário. Nessa página randômica estarão postagens de todos os usuários presentes no Google + e não apenas quem está nos seus círculos, o que deixa ainda mais evidente a ideia de vida em rede pensada pela companhia de Mountain View. As primeiras impressões mostram que a página soube aproveitar avanços do concorrente e conseguiu fazer uma página mais amigável. Vamos ver se as pessoas conseguirão se desapegar do que o Facebook tem de pior para fazer do Google + chegar à liderança.

ORKUT VIVE – Como a ideia é que o Google + seja uma página pessoal com compartilhamento, o Orkut continua firme e forte, segundo o Google. Apesar das críticas de que é um antro de spammers, usuários mal-intencionados e de que perdeu o prestígio no mundo, a rede social não vai deixar de existir. A ideia é de que seja cada vez mais integrada a outros serviços da empresa. Não irá acontecer uma migração para o Google +, como apontavam alguns rumores.

A foto peguei no perfil do Alexandre Matias no +.

Nesta edição: o cu

Uma das matérias mais ousadas que já pautamos. Eu, Fernando de Albuquerque e Alexandre Figueirôa decidimos escrever sobre um tabu cultural em relação ao nosso corpo. Enquanto todas as outras partes do corpo já foram cantas, versadas, filmadas e pintadas à exaustão, o cu ainda permanece como uma zona proibida. Palavra delicada, ainda cochichada. Mas, nas artes, não deveria existir campos minados. Convidamos um profundo conhecedor no mundo das artes, que assinou com o pseudônimo Rocha Jr. e nosso querido repórter especial Biu (que passou um tempo sumido).

Aproveito aqui para dizer que a nossa querida Revista O Grito! está de volta. E está linda. Já viram? Esperem mais pautas como essa.

Rotina dos geeks

Matéria sobre geeks que fiz para a estreia do NE10, o portal que substituiu o saudoso .

Cobertura Rec Beat 2011

Por mais um ano, cobri o , no do Recife. Todos os textos estão no JC Online. Achei a programação este ano pouco interessante, sem uma grande atração, com exceção de Marcelo Jeneci, que me deixasse ansioso para ver. Mas, por outro lado, acredito que a escalação das bandas foi condizente com a proposta e a personalidade do festival.

Thalma de Freitas é o grande destaque do último dia de Rec Beat

No Dia Internacional da Mulher, não existiu presente melhor do que Thalma de Freitas, mais importante atração do Rec Beat no seu encerramento e destaque desta noite de Terça de Carnaval no polo localizado no Paço da Alfândega, no Recife. Ela apresentou o seu mais novo show “ASE” (assim seja, em yorubá), com músicas pouco conhecidas e temas autorais de seu novo trabalho.

Com rosto pintado, cabelo afro com uma parte descolorida, Thalma chegou evocando suas raízes étnicas num show que chamou atenção pela performance. Cada música era executada com muita malemolência, dança, gestos. O público foi fisgado por esse transe – e pela beleza da cantora/atriz, obviamente – e correspondeu com gritos e pedidos de bis num dia escasso de grandes atrações.

Thalma contou no palco que construiu o show depois de muitas pesquisas, buscando referências na cultura afro latina e também nos mitos yorubá. O repertório foi baseado no dub e no rock e trouxe canções raras, como “Desengano da Vista”, de Pedro Santos, e “Alfômega”, de Caetano Veloso. Trouxe ainda a participação de Gaby Amarantos para cantar “Água”, música que Thalma compôs para ela e estará presente no novo disco da paraense.

No encerramento do Rec Beat, nenhuma grande atração. O dia começou com os pernambucanos do Frevo Diabo e só começou a empolgar com a chilena Ana Tijoux, ilustre desconhecida que surpreendeu o público com seu rap latino e fortes batidas eletrônicas.

A banda seguinte, Criolina, do Maranhão, apenas reciclou velhas ideias sobre a mistura entre rock e ritmos tradicionais. Com um casal de vocalistas, eles ainda arriscaram uma mistura de música cubana com rock, mas nada que fique grudado na memória de quem passou pelo Paço Alfândega.

Baile dos artistas

Matéria para o . Já liguei o modo há tempos, mas hoje, carnavalizei por completo.

O maior clichê estilístico para matérias de Carnaval – “a irreverência do folião pernambucano” – nunca fez tanto sentido para o Baile dos Artistas, mas de uma maneira exagerada, deliciosamente exagerada. É a festa pela qual todos esperam, como uma senha para dizer: agora está tudo liberado. O baile, que abre a maratona de Carnaval, ganha o público pelo bom-humor, descontração, e pela falta de cerimônia para se divertir. Este ano, a cantora Gretchen foi a rainha dos artistas e o escritor Ariano Suassuna, o rei.

A diversidade do público que passou pelo Clube Português nesta sexta-feira (18) diz muito sobre as reais intenções do baile em ser um legítimo baile de Carnaval. Não é preciso pedir permissão e o glamour nada mais é do que uma opção qualquer para se fantasiar. Nos seus corredores e pista, a fauna é dominada pelo público gay, que nas variadas formas e tamanhos, desfilam travestis, drag queens e descamisados gog-boys. Nos camarotes, políticos, como o Governador Eduardo Campos e sua esposa, Renata, e a primeira-mãe e deputada, Ana Arraes, circulavam para além dos cercadinhos VIP aproveitando a festa. Também estavam por lá o prefeito João da Costa e o senador Humberto Costa.

Como se precisasse, o Baile dos Artistas assume sua vocação de falar diretamente ao público LGBT, com a entrada de Maria do Ceu, empresária e dona da boate Metrópole, na organização do evento. No concurso das fantasias, os dois primeiros lugares dialogavam contra a homofobia. Chiquinho, o vencedor da noite, veio com Kucita: dou porque não tenho prikita, em uma roupa que trazia um estratégico buraco atrás, onde estava escrito “com camisinha”. Thiago Vergete, o segundo lugar, apresentou uma sátira ao mito de Lampião com Lampeião – o rei do cabaço. Também carregava nas costas um letreiro enorma e colorido que dizia “Diversidade e Paz”.

Igualmente ousadas, as fantasias nas pistas traziam produções requintadas. Um casal vestido de diabo carregava tantos apetrechos e uma pesada roupa de borracha e papel machê que tinham dificuldade em andar. Como aconteceu ano passado com Avatar, o que mais se viu entre as produções desta edição foram pessoas vestidas do filme Cisne Negro, com tutu de bailarina e muitas plumas e penas. Num baile tão prestigiado, não há como não se sentir importante, no momento de maior visibilidade do ano, sobretudo para a população trans. “Trava, corre aqui vem falar com o jornal”, gritou uma travesti com lentes de contato branca. No camarote, Macarrão Slater disse antes de descer as escadas. “Isso aqui é nosso gala gay, meu amor. Somos nós que fazemos sucesso por aqui”, diz.

O maior clichê estilístico para matérias de Carnaval – “a irreverência do folião pernambucano” – nunca fez tanto sentido para o Baile dos Artistas, mas de uma maneira exagerada, deliciosamente exagerada. É a festa pela qual todos esperam, como uma senha para dizer: agora está tudo liberado. O baile, que abre a maratona de Carnaval, ganha o público pelo bom-humor, descontração, e pela falta de cerimônia para se divertir. Este ano, a cantora Gretchen foi a rainha dos artistas e o escritor Ariano Suassuna, o rei.

A diversidade do público que passou pelo Clube Português nesta sexta-feira (18) diz muito sobre as reais intenções do baile em ser um legítimo baile de Carnaval. Não é preciso pedir permissão e o glamour nada mais é do que uma opção qualquer para se fantasiar. Nos seus corredores e pista, a fauna é dominada pelo público gay, que nas variadas formas e tamanhos, desfilam travestis, drag queens e descamisados gog-boys. Nos camarotes, políticos, como o Governador Eduardo Campos e sua esposa, Renata, e a primeira-mãe e deputada, Ana Arraes, circulavam para além dos cercadinhos VIP aproveitando a festa. Também estavam por lá o prefeito João da Costa e o senador Humberto Costa.

Como se precisasse, o Baile dos Artistas assume sua vocação de falar diretamente ao público LGBT, com a entrada de Maria do Ceu, empresária e dona da boate Metrópole, na organização do evento. No concurso das fantasias, os dois primeiros lugares dialogavam contra a homofobia. Chiquinho, o vencedor da noite, veio com Kucita: dou porque não tenho prikita, em uma roupa que trazia um estratégico buraco atrás, onde estava escrito “com camisinha”. Thiago Vergete, o segundo lugar, apresentou uma sátira ao mito de Lampião com Lampeião – o rei do cabaço. Também carregava nas costas um letreiro enorma e colorido que dizia “Diversidade e Paz”.

Igualmente ousadas, as fantasias nas pistas traziam produções requintadas. Um casal vestido de diabo carregava tantos apetrechos e uma pesada roupa de borracha e papel machê que tinham dificuldade em andar. Como aconteceu ano passado com Avatar, o que mais se viu entre as produções desta edição foram pessoas vestidas do filme Cisne Negro, com tutu de bailarina e muitas plumas e penas. Num baile tão prestigiado, não há como não se sentir importante, no momento de maior visibilidade do ano, sobretudo para a população trans. “Trava, corre aqui vem falar com o jornal”, gritou uma travesti com lentes de contato branca. No camarote, Macarrão Slater disse antes de descer as escadas. “Isso aqui é nosso gala gay, meu amor. Somos nós que fazemos sucesso por aqui”, diz.

As atrações eram um convite à catarse. E buscaram referências trash este ano para deixar tudo ainda mais divertido. Almir Rouche cantou todo o repertório conhecido de frevo, mas foi ovacionado para sua versão de “Bad Romance”, de Lady Gaga. Cantou a lado da cantora paraense Gaby Amarantos a versão dela para “Single Ladies”, de Beyoncé, o “Hoje Eu Tô Solteira”. Em seguida, com quase meia hora de atraso entraram o É o Tchan. Saído do final dos anos 90, o grupo chamou todos a se soltarem e perderem a vergonha da lembrança de que todos ali, um dia, já colocaram o pudor no chinelo para irem até o chão no “Segura o Tchan”.

Entre uma apresentação e outra, a organização decidiu colocar gogo-boys para dançar hits pop como Lady Gaga e Black Eyed Peas. O público aprovou esse momento boate. Nos arredores da pista, um dos banheiros masculinos foi novamente depredado para servirem de espaço de “pegação”. Quando ainda era possível entrar, algumas pessoas quebraram as lâmpadas, dando o sinal para que o lugar fora tomado. Seguranças foram chamados para contornar a situação, mas o grande fluxo de entra e sai tornou iniviável. “Desta vez, eles também destruíram os fios, não temos nem como repor a luz”, disse um dos seguranças do lado de fora. Todos cruzaram os braços. O folião Marcelo, que tentava entrar no banheiro para fazer xixi levantou uma ideia para o ano seguinte. “Já que não tem como reverter isso, deveriam deixar alguém na porta entregando camisinha para quem entra”.

O maior clichê estilístico para matérias de Carnaval – “a irreverência do folião pernambucano” – nunca fez tanto sentido para o Baile dos Artistas, mas de uma maneira exagerada, deliciosamente exagerada. É a festa pela qual todos esperam, como uma senha para dizer: agora está tudo liberado. O baile, que abre a maratona de Carnaval, ganha o público pelo bom-humor, descontração, e pela falta de cerimônia para se divertir. Este ano, a cantora Gretchen foi a rainha dos artistas e o escritor Ariano Suassuna, o rei.

A diversidade do público que passou pelo Clube Português nesta sexta-feira (18) diz muito sobre as reais intenções do baile em ser um legítimo baile de Carnaval. Não é preciso pedir permissão e o glamour nada mais é do que uma opção qualquer para se fantasiar. Nos seus corredores e pista, a fauna é dominada pelo público gay, que nas variadas formas e tamanhos, desfilam travestis, drag queens e descamisados gog-boys. Nos camarotes, políticos, como o Governador Eduardo Campos e sua esposa, Renata, e a primeira-mãe e deputada, Ana Arraes, circulavam para além dos cercadinhos VIP aproveitando a festa. Também estavam por lá o prefeito João da Costa e o senador Humberto Costa.

» Blog Social1 marcou presença no Baile dos Artistas e destacou as fantasias mais criativas

Como se precisasse, o Baile dos Artistas assume sua vocação de falar diretamente ao público LGBT, com a entrada de Maria do Ceu, empresária e dona da boate Metrópole, na organização do evento. No concurso das fantasias, os dois primeiros lugares dialogavam contra a homofobia. Chiquinho, o vencedor da noite, veio com Kucita: dou porque não tenho prikita, em uma roupa que trazia um estratégico buraco atrás, onde estava escrito “com camisinha”. Thiago Vergete, o segundo lugar, apresentou uma sátira ao mito de Lampião com Lampeião – o rei do cabaço. Também carregava nas costas um letreiro enorma e colorido que dizia “Diversidade e Paz”.

Igualmente ousadas, as fantasias nas pistas traziam produções requintadas. Um casal vestido de diabo carregava tantos apetrechos e uma pesada roupa de borracha e papel machê que tinham dificuldade em andar. Como aconteceu ano passado com Avatar, o que mais se viu entre as produções desta edição foram pessoas vestidas do filme Cisne Negro, com tutu de bailarina e muitas plumas e penas. Num baile tão prestigiado, não há como não se sentir importante, no momento de maior visibilidade do ano, sobretudo para a população trans. “Trava, corre aqui vem falar com o jornal”, gritou uma travesti com lentes de contato branca. No camarote, Macarrão Slater disse antes de descer as escadas. “Isso aqui é nosso gala gay, meu amor. Somos nós que fazemos sucesso por aqui”, diz.

As atrações eram um convite à catarse. E buscaram referências trash este ano para deixar tudo ainda mais divertido. Almir Rouche cantou todo o repertório conhecido de frevo, mas foi ovacionado para sua versão de “Bad Romance”, de Lady Gaga. Cantou a lado da cantora paraense Gaby Amarantos a versão dela para “Single Ladies”, de Beyoncé, o “Hoje Eu Tô Solteira”. Em seguida, com quase meia hora de atraso entraram o É o Tchan. Saído do final dos anos 90, o grupo chamou todos a se soltarem e perderem a vergonha da lembrança de que todos ali, um dia, já colocaram o pudor no chinelo para irem até o chão no “Segura o Tchan”.

Entre uma apresentação e outra, a organização decidiu colocar gogo-boys para dançar hits pop como Lady Gaga e Black Eyed Peas. O público aprovou esse momento boate. Nos arredores da pista, um dos banheiros masculinos foi novamente depredado para servirem de espaço de “pegação”. Quando ainda era possível entrar, algumas pessoas quebraram as lâmpadas, dando o sinal para que o lugar fora tomado. Seguranças foram chamados para contornar a situação, mas o grande fluxo de entra e sai tornou iniviável. “Desta vez, eles também destruíram os fios, não temos nem como repor a luz”, disse um dos seguranças do lado de fora. Todos cruzaram os braços. O folião Marcelo, que tentava entrar no banheiro para fazer xixi levantou uma ideia para o ano seguinte. “Já que não tem como reverter isso, deveriam deixar alguém na porta entregando camisinha para quem entra”.

DINHEIRO MOLHADO – Os serviços deixaram a desejar no Baile dos Artistas, que cresce em número de público e importância a cada edição. Após os desfiles e cerimônias do início era tarefa árdua conseguir comprar bebida. Apenas três pessoas para atender a uma multidão que se espremia nas grades do bar. Sobre o balcão era possível ver pilhas de notas de real molhadas. Entre as opções de comida, a grande pedida do público foi pipoca de microondas, o que trouxe um cheiro forte e característico nos arredores da pista de dança. Nas outras opções, como espetinho e coxinha, as filas se formavam rápido.

O dia já estava claro quando o É O Tchan terminou sua apresentação. Num dia em que o Recife tinha agenda concorrida – show dos Backstreet Boys, Guaiamum Treloso com Nando Reis, Brega Naite de Carnaval – o Baile dos Artistas estava lotado. Isso serve para mostrar a importância que a festa ganhou nesses últimos anos. Se já ganha no carisma, precisa apenas se ajustar ao tamanho que se tornou.

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