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Jazz Metal — Por Paulo Floro

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PEC 241 e outros males do governo Temer, por Laerte

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Desde o golpe que afastou a presidenta , a cartunista vem denunciando todos os retrocessos que estão sendo levados a debate e votação. A PEC 241, que coloca teto nos gastos e limita investimentos em educação e saúde por 20 anos, foi uma das mais atrozes. A charge acima é bem representativa desse período e foi publicada pela autora no Twitter.

Uma Tira: Aquiles em busca de respostas, por Laerte

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Adorando essa nova série de , publicadas em seu blog, Manual do Minotauro. Aquiles, um cachorro branco que se depara com diversas impossibilidades do mundo cotidiano, sempre com um olhar impassível ao que acontece ao seu redor.

Entra para uma das melhores tiras dessa atual fase da quadrinista, cada vez mais reflexiva e complexa nas abordagens e experimental na narrativa. Quem ainda não conhece o depositório de tiras de Laerte, não deve perder mais tempo.

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Quadrinhistas brasileiros e a maioridade penal

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Uma das tiras de Dahmer sobre o tema.

Os quadrinhistas brasileiros têm sido vozes importantes contra o retrocesso representado pela redução da . A PEC 171 passou em votação de primeiro turno na Câmara dos Deputados nessa quarta (1º) através de uma manobra regimental do presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB). Um dia antes, a proposta tinha sido rejeitada pelo plenário.

Nomes como , e Jean estão usando a grande mídia para chamar atenção para o tema e o quanto isto vai prejudicar a juventude brasileira – em especial os mais pobres e negros. Outros nomes como consegue bastante repercussão na interwebz com trabalhos tão tristes quanto chocantes. Fizemos uma seleção de autores que estão opinando sobre a maioridade penal. O post vai ser atualizado com novas produções em breve. Conhece alguma charge/tira legal para compartilhar? Diz aí nos comentários.

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A charge de , publicada na Folha de S. Paulo, viralizou esta semana.

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Bennet, chargista da Folha de S. Paulo, tem feito diversos trabalhos contra o retrocesso da redução da maioridade.

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Angeli, na Folha de S. Paulo.

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Nani.

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Laerte, uma das mais vozes mais ativas sobre o assunto. Aqui na coluna Laertevisão, na Folha.

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As tiras acima foram publicadas na Folha de S. Paulo entre o final do ano passado e o começo deste ano. Daria para fazer um post apenas com o trabalho da quadrinhista sobre o assunto.

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Angeli tem produzido charges para a Folha de S. Paulo sobre o assunto desde 2013, como esta acima.

Erramos: Uma versão anterior deste post creditava a Jean Galvão de João Montanaro. Pedimos desculpas pela mancada.

Voto Aberto: Laerte anuncia apoio a Dilma Rousseff

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A cartunista Laerte anunciou seu voto em Dilma. Militante dos direitos LGBT, ela revelou o chamado “voto crítico”, ou seja, não morre de amores pelo histórico da candidata do PT em relação aos assuntos relacionados aos homossexuais e transgêneros, mas acredita que é melhor do que votar em Aécio Neves (PSDB). No primeiro turno, militou a favor de Luciana Genro (PSOL).

A imagem foi publicada na fanpage Primavera com Dilma. Quais outros cartunistas e quadrinistas estão revelando seu voto? Avisem nos comentários ou em nosso Facebook.

Ocupação Laerte em São Paulo reúne obra e militância da cartunista

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A quadrinista ganha uma das maiores exposições de sua carreira a partir deste sábado (20), em São Paulo.

De 20 de setembro a 2 de novembro, o Itaú Cultural apresenta a Ocupação Laerte, abordando toda a produção artística da autora, mas também suas militâncias políticas e sociais. Com curadoria de seu filho, o artista visual, roteirista e quadrinista Rafael Coutinho, a exposição conta com a cenografia de Fred Teixeira.

A última grande exposição de Laerte foi no último Festival Internacional de Quadrinhos, o FIQ, em Belo Horizonte, em novembro do ano passado.

Esta nova mostra apresenta cartuns, desenhos, quadrinhos, ilustrações, curtas-metragens. Ela ocupa 120 m² do espaço expositivo, onde o visitante encontra cerca de 2 mil obras, entre elas uma autocaricatura da quadrinista dançando com o Minotauro, feita especialmente para a exposição. Do total de obras, cerca de 300 são originais, 400 imagens digitais em tablets e aproximadamente 1500 impressas –, selecionadas entre milhares, com destaque para um painel ao fundo da exposição com exatas 900 tiras.

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Idealizada como um labirinto, em que o visitante decide por qual das cinco entradas e saídas começa e termina o percurso, a Ocupação Laerte traz desde desenhos que ele fez quando tinha 8 anos, em registros remotos de 1958-1959 até hoje. “O eixo dos anos 80 se destaca porque é onde está a maior quantidade de suas obras”, disse Rafael.

Outra trajetória importante do labirinto, ainda de acordo com o curador, será a dos tempos do sindicato. “São as tirinhas que ficaram presas na memória de um período político importante – o da ditadura militar – e permaneceram nos arquivos da OBORÉ por muito tempo”, diz. A seleção das obras deu espaço ainda a tiras publicadas nos principais jornais do país, na militância na revista Balão, nas revistas de banca da editora Circo, na Placar.

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Transgênero e contra-cultura

Além do hotsite que naturalmente acompanha a Ocupação física, o Itaú Cultural publica uma revista virtual que revela muito do labirinto criado por Laerte, com tiras, desenhos, um ensaio fotográfico, além de textos que analisam tanto a pessoa quanto o seu trabalho. A psicanalista Letícia Lanz, também mestre em sociologia e economista, assina textos onde se debruça na questão da transgeneridade a partir da artista. “Apesar das impropriedades e desacertos em torno dessa identidade de gênero, Laerte é hoje reconhecida como um dos principais ícones do mundo transgênero no Brasil”, escreve ela.

A Ocupação Laerte é a vigésima da série de ocupações promovida pelo instituto desde 2009. Nomes como , Paulo Leminski, Haroldo de Campos, Zé Celso Martinez e outros já ganharam mostras.

Visitação é de de 21 de setembro a 2 de novembro de 2014, de terça-feira a sexta-feira, das 9h às 20h. Sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h. Entrada franca. O Itaú Cultural fica na Avenida Paulista, 149, em São Paulo.

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