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Jazz Metal — Por Paulo Floro

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Morreu Renato Canini, quadrinista que abrasileirou a Disney

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Um dos nomes mais importantes dos quadrinhos brasileiros, morreu na noite dessa quarta (30) em sua casa, em Pelotas (RS). Ele tinha 77 anos e sofria de problemas cardíacos. Canini ficou famoso por tornar popular o personagem famoso no Brasil e no exterior.

Quando Canini assumiu a revista de Zé Carioca nos anos 1970 ele adicionou elementos da cultura brasileira que tornaram o personagem mais verossímel, como favelas, gírias e elementos da cultura afrobrasileira. Essas histórias da já receberam diversas reedições e são tidas como clássicos entre apreciadores do gênero.

A Abril chegou a lançar um livro com histórias de Zé Carioca feitas por Canini.

Nascido em 1936 na cidade de Paraí, no Rio Grande do Sul, ele começou a carreira na revista Cacique (1957) e foi chargista do Correio do Povo, O Pasquim e Recreio (um de seus últimos trabalhos). Sem filhos, ele deixa a mulher Maria de Lourdes. [Via Omelete e Contraversão]

O dia em que Mickey se tornou um traficante internacional de drogas

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Quem imaginava que daria uma de Walter White e se tornaria um traficante de drogas? E ainda enfrentaria um cartel africano? A história foi feita em 1951 e tem a participação de Pateta. Os amigos ficam fissurados nos efeitos de uma droga chamada “Peppo” e decidem vendê-la para faturar uma boa grana.

A história foi descoberta pela RevistaSamuel, que conta detalhes de uma época em que muitas drogas como essa “Peppo” eram bastante difundidas nos EUA pré-Nixon. A , claro, abomina essa HQ. O site ainda lembra um link maldito que traz outras histórias “exóticas”, como Disney com doença venérea, tentando suicído, entre outros.

Mickey Mouse no Vietnã: A rara animação anti-guerra que a Disney tentou destruir

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Um vídeo de um minuto chamado In Vietnam sempre irritou a , que tentou destruir todas as cópias existentes do desenho. Agora, está de volta à internet o vídeo de 1 minuto. A produção é de Lee Savage e Milton Glaser (o homem que criou o logo I <3 NY), em 1968. O curta-metragem não-oficial mostra Mickey se alistando no exército para lutar no Vietnã. "Aliste-se e veja o mundo", diz a propaganda. Ao chegar lá, o rato mais famoso do mundo é morto com um tiro na cabeça. O curta-metragem anti-guerra circulou bastante na época antes da Disney conseguir destruir quase todas as cópias. Via DangerousMinds.

Contra a estagnação, Mickey retorna repaginado

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O nome de é automaticamente ligado à , que por sua vez é relacionada a um universo mágico, eterno, grandioso, que movimenta merchandising em todo o mundo. É provável que muitas crianças dos dias de hoje conheçam os personagens, como Mickey, Margarida, etc, através de produtos, do que propriamente pelos quadrinhos e desenhos animados. Isso pode mudar com a anunciada reformulação de Mickey para o século 21.

O rato, criação mais famosa de , ganhou novo traço nas mãos de Paul Rudish, animador conhecido pelo seu trabalho no Laboratório de Dexter e Meninas Super-Poderosas. A primeira animação, “Croissant de Triomphe”, passada em Paris, foi lançada semana passada.

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O personagem agora está mais dinâmico e menos rebuscado. E voltou às origens: sem camisa, uma bermuda vermelha, sapatos amarelos e mais magro. Sai de cena o Mickey detetive, trabalhador ou qualquer outra persona que já tenha tido. O novo desenho pega referência dos filmes da Disney nos anos 30 e 40 e adiciona elementos modernos.

Esta primeira série de animações dará uma volta ao mundo, passando por Pequim, Nova York, Tóquio, Veneza, entre outras cidades. A primeira foi Paris. O visual tem como objetivo vender o rato para uma audiência mais esperta, e pela qualidade deste primeiro vídeo, podemos esperar coisas boas. As 19 animações serão exibidas pela Disney Channel ao longo do ano, mas ainda não têm previsão de chegar ao Brasil.

Desespero encantado

Amo o fuck wonderland.

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