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Basta dar uma olhada nas tiras de jornais grandes como Folha de S. Paulo, Estadão e Jornal do Commercio para ver como as tiras em quadrinhos mudaram. Espaço privilegiado na imprensa, esse tipo de quadrinho vem sofrendo diversas transformações nos últimos anos. Um dos mais emblemáticos artistas desse novo panorama é a cartunista Laerte, com seu trabalho mais metafísico. Mas há muitos outros.

Essa mudança nas tiras é o tema do novo livro do pesquisador e jornalista Paulo Ramos, Tiras Livres, que sai este mês pela editora Marca de Fantasia. O estudo é o aprofundamento de suas pesquisas sobre desse gênero, que já tinha recebido enfoque no Faces do Humor, de 2011, que saiu pela Zarabatana.

Ele comenta a mudança nas tiras brasileiras. “Parte delas deixou de lado a herança do humor e passou a tatear outras temáticas. Visualmente, elas começaram a apresentar experimentações gráficas. Era algo novo, diferente, que ganhou força e repercussão a partir de meados da primeira década deste século”. O livro tem 80 páginas e custa R$ 20. Pode ser comprado online no site da editora.

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