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“Eu acho que [uso de histórias em quadrinhos no ensino] pode ser um meio, nunca um fim. Porque o quadrinho pode até trabalhar algum conteúdo, mas o faz de forma superficial. Como incentivo à leitura, ele pode ser um mobilizador”
– Zoraya Failla, gerente-executiva do Instituto Pró-Livro.

Uma velha ideia equivocada sobre quadrinhos. A de que seria apenas leitura para crianças. E que ainda assim serviria apenas como uma “porta de entrada” para algo mais complexo. Uma pena que no Brasil ainda existam pensamentos assim reverberando, o que é péssimo para o mercado e para os autores. Vi a declaração no Blog Dos Quadrinhos, do Paulo Ramos, que pelo jeito voltou à ativa após um tempo hibernando.

A HQ que abre o post é , de , apenas um dos muitos exemplos que rebatem a ideia errada que quadrinhos tratam temas de forma superficial.