Revista O Grito!

Jazz Metal — Por Paulo Floro

Mês: outubro 2011 (Página 1 de 7)

Que deselegância ao vivo

Não consigo achar graça de alguém empurrando uma jornalista no chão ao vivo. Mas, confesso que Sandra Anenberg criando o meme Q DESELEGANTE vale o clique. Uma opinião mais lúcida sobre esse ataque à Monalisa Perrone tem o Alê Rocha, no Poltrona. Bater em mulher é sempre covardia.

Google Street View @ Recife

Explico mais no MundoBit.

Medo dos gays

Laerte, sempre certeiro, na Folha desse sábado.

O Occupy Google Reader ganha força: junte-se

Todo mundo já sabe que o Google quer acabar com o ótimo leitor de feed Google Reader (a.k.a. nosso companheiro diário na interwebs). Ao menos da maneira como nós o conhecemos e aprendemos a gostar. Os usuários, que são poucos comparados a outros serviços da empresa, estão inconsolados. Escrevi no MundoBit mais sobre esse movimento, que, claro, já ganhou o nome de #OccupyGoogleReader. Tem até petição.

Maior guia sobre Queer Comics em 2012

A Fantagraphics, uma das maiores editoras de quadrinhos alternativos do mundo anunciou para fevereiro do ano que vem o livro No Straight Lines: Four Decades of Queer Comics, editado por Justin Hall. Com capa dura e 304 páginas, tem tudo para ser a mais importante obra do gênero já publicada.

O gênero “queer” tem sido pesquisado em diversas formas de arte, com mais ênfase no cinema, mas sempre esteve presente em todo tipo de mídia. O termo para muitos já está caduco, mas serve como forma de identificação para o público gay de que aquela obra traz referências para seu universo particular. É uma coisa de cultura, na minha opinião, ainda bem pertinente.

E temos excelentes quadrinhos nessa seara. O livro traz nomes como Alison Bechdel (Fun Home), Ralf König (das HQs de humor como O Homem Ideal), David Wojnarowicz, Howard Cruse, entre outros. O organizador do livro, Hall quer mostrar que esses quadrinhos ligados ao mundo LGBT chegaram ao mainstream e tornaram-se famosos em jornais e grandes editoras. Antes, estiveram confinados a fanzines, lojas de artigos gays e jornais para esse público.

Para quem gosta de história, pesquisar o universo gay ou simplesmente ama quadrinhos e as infinitas possibilidades que ele pode gerar, esse livro é um tesouro. Vai custar 40 dólares segundo o site da editora.

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