Revista O Grito!

Jazz Metal — Por Paulo Floro

Data: 19 de agosto de 2010 (Página 1 de 2)

Frank Miller dirige comercial da Gucci

dirigiu este curta/comercial para um perfume da Gucci. Pra causar mais espanto, ainda tem Chris Evans e Evan Rachel Wood no elenco e trilha da banda Friendly Fires. O vídeo acima ainda é um preview. O filme todo estará disponível no dia 24 de agosto. E em setembro vai passar no MTV Video Awards.

Dica do The Beat.

Renda-se ao hit de Liz Gilbert

Best-Seller pop é uma redundância, mas Comer Rezar Amar está atraindo menos antipatia que outros mega-sucessos. E vem aí o filme com Julia Roberts no papel principal.

A Objetiva lança o novo livro de . Schneider deu a dica que vale a pena. Quem se rende?

Estante: Trip de Angeli, Alan Moore e Devotos

Hoje o dia foi bom pra .

Trip de agosto, com Angeli na capa. Cheguei na revistaria da Livraria Cultura para comprar a Playboy de Cleo Pires. Já vi os ensaios na web, e de fato são incríveis, mas uma capa com um dos maiores cartunistas brasileiros foi mais válido. Angeli fala de tudo nas Páginas Negras e parece estar bem à vontade pra falar de Política (é considerado o melhor chargista do assunto) e de sexo.

Batman de Grant Morrinson. Único motivo pra continuar insistindo em revistas mensais de super-heróis (ok, sou fácil, qualquer coisinha tô voltando a gastar dinheiro com esses gibis). Morrinson é conhecido por remodelar os personagens que escreve, com intuito de causar estranheza entre fãs puristas. Ele retoma a icônica dupla Batman e Robin e ainda chama seu chapa Frank Quitely pra tornar a série ainda mais incrível. Começou mês passado, custa R$ 6,50.

A Liga Extraordinária: 1910. Alan Moore. Precisa dizer mais nada. Esta saga será lançada em três volumes pela Devir e mostra a chegada ao século 20 de personagens da Era Vitoriana da série. A história de passa dez anos depois da fracassada invasão marciana e nove desde que a Inglaterra mandou um homem à Lua. Chegou à redação da Revista O Grito! a versão em capa dura.

Devotos 20 anos. Livro escrito pelo colega Hugo Montarroyos, repórter do Recife Rock, que remonta não só a história da banda recifense, como faz um panorama das transformações que o rock sofreu durante a época em que a banda surgiu, no meio dos anos 1990 até hoje. Edição linda da Aeroplano em projeto encabeçado por Heloísa Buarque de Hollanda e orelha de Xico Sá.

Ultimate Marvel 1. Não entendo nada desse universo Ultimate, mas sou seduzido por revistas com o número “1” estampado na capa. Li o encadernado Supremos, de Mark Millar, mas sei que muita coisa mudou.

A invasão do Coquetel Molotov

Depois de longa espera causada por especulações sobre as atrações internacionais, o divulgou a programação completa do festival No Ar, que acontece a partir do dia 3 de setembro e tem os shows principais nos dias 24 e 25 no Teatro da UFPE. A banda norte-americana, que chegou a ser divulgada extra-oficialmente foi confirmada. Além dele, outros nomes nacionais como os cariocas Do Amor, o paulista Rômulo Fróes e o pernambucano Zé Cafofinho e Suas Correntes chamam atenção nesta edição.

Com o prestígio que acumulou nesses anos, o festival sempre gera expectativa. É o único com articulações e perfil para trazer nomes recentes do cenário da música pop. E numa cidade que até então era conhecida por receber turnês de despedida, esse grupo de produtores mudou o panorama. “Trabalhamos o ano todo para trazer novidades, obviamente fazer um festival não é tão simples assim”, diz Ana Garcia, uma das cabeças pensantes do trio de produtores que comanda o CM. Ela comenta a “responsabilidade” que o No Ar ganhou nesses anos, de trazer bandas interessantes. E claro, isso também acaba gerando críticas. “Viajamos muito este ano tentando pescar coisas novas. Acho que a ocupação de novos espaços como o Memorial e Pátio nos ajudou muito a atender as expectativas”.

Este ano, mais descentralizado, o festival engordou e terá mais shows, além de debates, oficinas e a mostra de vídeo Play The Movie, que já teve em outras edições. Esses eventos ocupam espaços como o Pátio de São Pedro, Memorial Chico Science e Nascedouro de Peixinhos. Nesses locais, tidos como agenda prévia dos dois dias principais, há coisas interessantes, como Rômulo Fróes (SP), que toca no Santander Cultural, e Apanhador Só, com elogiado disco novo, que se apresenta no Pátio de São Pedro (veja programação completa abaixo). “2 dias de festival sempre passava uma sensação de não ser suficiente”, conclui Ana.

Das duas atrações principais, Otto é o caso mais curioso. Ele assinou um contrato de exclusividade de não fazer nenhum show no Grande Recife desde o Carnaval, para não perder o efeito de sua vinda. Com sua presença no festival, o músico confirma o reposicionamento de imagem que construiu nesses últimos anos. Elogiado pela crítica e mais popular do que nunca, ele mostra que funciona em um palco alternativo e nas novelas (faz parte da trilha de folhetins da Globo e Record). Seu último álbum, Certa Manhã, Acordei de Sonhos Intranquilos foi lançado ano passado e teve destaque no jornal The New York Times.

Já os americanos . é uma instituição do rock, com bom currículo e um disco recente, Farm, bem cotado. É um grupo que envelheceu bem, formou público jovem, mas que ainda resgata antigos admiradores nostálgicos perdidos nos anos 90. Existe ainda um outro nome a aguardar ansiosamente, os suecos do Miike Snow, que tinha presença garantida, mas anunciaram problemas na turnê que fariam no Brasil. Os produtores devem divulgar no máximo até segunda a vinda deles.

Aqui a programação completa.

Escrevi o texto acima no JC Online. Dá pra ouvir música lá.

Reinventando o “um cafezinho por favor”

O gênio Liniers pra começar bem o dia.

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