Cena de "Muito Romântico", um dos filmes em exibição. (Divulgação).

Cena de “Muito Romântico”, um dos filmes em exibição. (Divulgação).

O divulgou a programação completa da nona edição. Serão 100 filmes de 21 países que formam um panorama do cinema mundial. O festival este ano amplia ações com exibições no Ocupe Cine Olinda, sessões especiais e presenças de diretores. Competição de longas traz oito filmes de sete países, entre eles, Eu, Daniel Blake, vencedor da Palma de Ouro em Cannes deste ano, que abre o Janela deste ano.

As sessões acontecem de 28 de outubro a 6 de novembro, no São Luiz, no Centro do Recife e no Cinema do Museu, em Casa Forte, Zona Norte da cidade, com cópias em 4k, 35mm e digital. Em parceria com o Janela, o Ocupe Cine Olinda realizará sessões especiais no prédio do histórico cinema de rua olindense. O Cinema da Fundação do Derby, habitualmente uma das casas do festival, segue fechado para reforma.

Além da grade competitiva de longas e curtas, a programação do 9º Janela terá programação especial diversificada. Entre os destaques está a mostra “Especial Shakespeare”, uma seleção de cinco longas e quatro curtas, em nova parceria com o prestigiado British Film Institute (BFI) por meio de apoio do British Council. Entre as sessões, uma exibição de adaptações silenciosas da obra de Shakespeare filmadas no Reino Unido do início do século 20, com trilha sonora ao vivo do coletivo pernambucano RUMOR, programada para o encerramento do festival. O público poderá acompanhar ainda a programação com curadoria do coletivo português Rabbit Hole, que traz ao Janela uma seleção de doze curtas-metragens, com apoio do Instituto Camões, além de novas parcerias com os cineclubes Toca o Terror, do Recife, e Cachaça Cinema Clube, do Rio de Janeiro. No Cinema do Museu, uma conversa especial com a diretora argentina Lucrecia Martel está programada para o dia 1º de novembro. Completam a lista sessões especiais de longas, curtas e clássicos, lançamento de livros, mostras convidadas e debates.

Cena de "Martírio", em competição. (Divulgação).

Cena de “Martírio”, em competição. (Divulgação).

Destaques deste ano em competição

Entre os longas, oito títulos de sete países formam a mostra competitiva: Wild (Alemanha), produção assinada por Nicolette Krebitz e aclamada no Festival de Sundance no começo deste ano; O Ornitólogo (Portugal/França/Brasil), de João Pedro Rodrigues, diretor português já tarimbado no Janela, cuja obra acaba de se sagrar no Festival de Locarno em agosto deste ano com o prêmio de melhor realização; O Auge do Humano (Argentina/Portugal/Brasil), do argentino Eduardo Williams (grande prêmio de melhor filme na mostra Cineastas do Presente, também em Locarno); Diamond Island (França/Cambodja/Alemanha), de Davy Chou (vencedor de prêmio na 55º Semana da Crítica do Festival de Cannes 2016); A Economia do Amor (Bélgica/França), de Joachim Lafosse (exibido na Quinzena dos Realizadores em Cannes este ano); Martírio (Brasil), de Vincent Carelli (prêmio especial do júri no 49º Festival de Cinema de Brasília deste ano); o mineiro A Cidade Onde Envelheço (Brasil/Portugal), de Marília Rocha (exibido no Festival de Roterdã e grande vencedor do 49º Festival de Brasília, com quatro prêmios, os de melhor filme, direção, ator coadjuvante e melhor atriz); e Muito Romântico (Brasil/Alemanha), de Melissa Dullius e Gustavo Jahn (exibido na mostra Forum Expanded do Festival de Berlim 2016).

Elle, polêmico filme exibido em Cannes, vem ao Janela. (Divulgação).

Elle, polêmico filme exibido em Cannes, vem ao Janela. (Divulgação).

Sessões especiais

Vinte e um títulos foram selecionados, entre eles A Morte de Luís XIV (França/Portugal/Espanha), novo filme do realizador Albert Serra, exibido em Cannes este ano e protagonizado por Jean-Pierre Léaud (rosto e paisagem afetiva dos filmes de François Truffaut); O Que Está Por Vir (França), de Mia-Hansen Love, projetado em competição na Berlinale 2016; O Cinema, Manoel de Oliveira e eu (Portugal) de João Botelho, filme-homenagem realizado este ano pelo amigo e aprendiz de Oliveira, falecido em abril do ano passado, aos 106 anos. A relação de filmes tem ainda Paterson (EUA), do cultuado diretor Jim Jarmusch, e Elle (EUA), de Paul Verhoeven (ambos concorrentes da seleção oficial de Cannes 2016), além de Toni Erdmann (Alemanha/Áustria), de Maren Ade, eleita melhor filme segundo a Fipresci (Federação Internacional de Críticos de Cinema), também em Cannes este ano.

A seleção de longas brasileiros em sessão especial traz longas que dialogam com o presente. Nessa lista, estão filmes premiados e já com sólida carreira em festivais, como A Cidade do Futuro (BA), de Cláudio Marques e Marília Hughes (prêmio do público no Olhar de Cinema em Curitiba); Banco Imobiliário (SP), de Miguel Antunes Ramos (presente na seção Aurora da 19ª Mostra de Tiradentes, em Minas Gerais); Being Boring (RJ), de Lucas Ferraço Nassif (aposta do Janela exibida nos Festival de Tiradentes e na Semana dos Realizadores); Câmara de Espelhos (PE), de Déa Ferraz (filme político com grande repercussão exibido no último Festival de Brasília); e o aguardado Cinema Novo (RJ), de Eryk Rocha, ensaio poético e íntimo sobre o movimento Cinema Novo dos anos 1960, que levou o prêmio de melhor documentário no Festival de Cannes 2016.

Lucrecia

Um das atividades mais aguardadas deste ano é a vinda da diretora argentina Lucrecia Martel, que irá participar de um encontro com o público no dia 1º de novembro, às 17h, no Cinema do Museu (Casa Forte). Referência na produção audiovisual da América Latina com três filmes – O Pântano (2001), A Menina Santa (2004) e A Mulher sem Cabeça (2008), Lucrecia participa de conversa mediada pelo cineasta Kleber Mendonça Filho, idealizador e curador do Janela. No encontro, será revisitada a filmografia da diretora a partir da exibição de trechos de filmes. Interessados em participar da conversa devem se inscrever até o dia 31 de outubro, enviando um e-mail para oficinas.janela@gmail.com com nome completo, ocupação profissional e RG. No assunto do e-mail, deve também colocar “Encontro Lucrecia Martel”.

Eu, Daniel Blake, a Palma de Ouro em Cannes, abre o Janela. (Divulgação).

Eu, Daniel Blake, a Palma de Ouro em Cannes, abre o Janela. (Divulgação).

Abertura será com a Palma de Ouro em Cannes

A sessão de abertura do Janela, dia 28 no Cinema São Luiz, traz o mais novo filme do britânico Ken Loach, Eu, Daniel Blake, vencedor da Palma de Ouro de Cannes em 2016 (a segunda na carreira do consagrado realizador). Recebido há poucos dias no Festival do Rio com aplausos e gritos de protesto em função da crise no País, o longa encerra a noite de sessões do dia, com exibição a partir das 21h15. Abrindo o filme de Loach, será projetado o curta pernambucano O Delírio é a Redenção dos Aflitos, de Fellipe Fernandes, que estreou na Semana da Crítica em Cannes este ano e ganhou três prêmios no Festival de Brasilia (melhor direção, roteiro e arte), um drama pessoal com traços de crônica cinematográfica sobre o espaço urbano.

Antes disso, às 18h45, outro pernambucano toma a grande tela do São Luiz: o longa Animal Político, do diretor Tião, destaque no último Festival de Rotterdam, uma fábula com um olhar inventivo e singular. Antes da sessão será exibido o curta Roteiro Sentimental do Primeiro Cineasta, com imagens de Walfredo Rodriguez, considerado o primeiro cineasta paraibano, e organizadas por Lucio Vilar, que revelam capturas do Carnaval do Recife nos anos 1920. Já a primeira exibição do dia será uma sessão especial programada pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abbracine), com o filme Eles Não Usam Black-Tie, Leon Hirszman, obra de 1981, com imagens da abertura política durante o regime militar no Brasil, vencedora do Leão de Ouro, no prestigiado Festival de Veneza. A obra figura na relação dos 100 melhores filmes brasileiros, eleitos pela Abbracine no ano passado e que compõem livro editado pelo grupo.

Quarto Para Alugar é um dos curtas em competição. (Divulgação).

Quarto Para Alugar é um dos curtas deste ano. (Foto: Clarissa Dutra/Divulgação).

Os curtas

Este ano 1.465 trabalhos de 22 países foram submetidos a processo seletivo, o que totaliza quase o dobro em relação à última edição. Destes, foram selecionadas 34 obras de 13 países, sendo 17 curtas brasileiros e 17 estrangeiros. Na mostra nacional, destaca-se uma produção expressiva de Pernambuco, Minas Gerais, Rio, São Paulo e Ceará. Com cinco títulos selecionados, a safra pernambucana é representada pelos títulos Dia de Pagamento, da diretora e jornalista Fabiana Moraes (selecionado para o último CachoeiraDOC, na Bahia), e Estás Vendo Coisas, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca (exibido na 32º Bienal de São Paulo). Um ano após participarem da sessão de abertura do 8º Janela com o curta Faz que Vai, Bárbara e Benjamin retornam ao festival, desta vez selecionados para a grade competitiva.

Na Missão, com Kadu, documentário filmado pelo pernambucano Pedro Maia de Brito e por Aiano Mineiro (de Minas Gerais), costura imagens, filmadas pelo próprio Kadu, em um dia de passeata na região periférica de Belo Horizonte. Completam a seleta pernambucana Rua Cuba, de Filipe Marcena (selecionado para o 18º FestCurtas BH) e Nunca é noite no mapa, de Ernesto de Carvalho (escolhido melhor curta-metragem pelo Júri oficial do VII CachoeiraDOC).

Entre os filmes internacionais, há um panorama variado, tanto do ponto de vista estético quanto de autoralidade, passeando por nomes de diretores veteranos aos mais novatos. Títulos que passaram recentemente por circuitos importantes, com os festivais de Locarno (Itália), Cannes (França) e Roterdã (Holanda), estão contemplados nesta seleção e ganharão exibição inédita no Recife. É o caso de Chasse Royale, de Lisa Akoka e Romane Gueret, produção francesa vencedora na categoria de curta-metragem durante a Quinzena de Realizadores, mostra paralela do Festival de Cannes, deste ano. Outro que deve atrair as atenções é o experimental Yolo, de Ben Russel, filmado sobre as ruínas do histórico Sans Souci Cinema de Soweto, na África do Sul, e amparado por um jogo de imagens e temporalidades fragmentárias.

Apocalipse Now, em nova cópia, no Janela. (Divulgação).

Apocalipse Now, em nova cópia, no Janela. (Divulgação).

Clássicos da desobediência

Sob o tema “Filmes de Desobediência”, a sétima edição do Clássicos do Janela traz uma seleção de 13 títulos em cópias novas ou restauradas, nos formatos DCP e 35 mm, obras de mestres como Francis Ford Coppola (com Apocalypse Now, épico que rendeu a segunda Palma de Ouro de Coppola em Cannes e chegou a ficar seis meses em cartaz no extinto Cine Veneza em 1980), John Carpenter (com o thriller oitentista Eles Vivem, que estreou em 1988 no extinto Art Palácio e volta à grande tela do Recife 28 anos depois), Sidney Lumet, Milos Forman, Abel Ferrara, além de títulos emblemáticos de animação, aventura e ficção científica, entre eles Pinóquio (1940), de Walt Disney, Memórias do Subdesenvolvimento (1968), de Tomás Gutierrez Alea, e RoboCop – O Policial do Futuro (1987), de Paul Verhoeven. A novidade deste ano é a inclusão de um filme-surpresa que será anunciado somente em sua projeção e cuja entrada será gratuita.

Programas convidados

Entre os programas convidados este ano estão o Cachaça Cinema Clube, Cineclube carioca que pela oitava vez colabora com o Janela de Cinema. Traz um longa que se comunica com o programa de Clássicos: o filme Antes, o verão, segundo longa-metragem, lançado em 1968, de Gerson Tavares, uma adaptação do romance homônimo de Carlos Heitor Cony estrelada por Jardel Filho e Norma Bengell. Já o Cine Karaokê mostra que o cinema pode ser cantado e dançado como uma canção popular. Uma grande oportunidade de cantar junto com Marilyn Monroe, Serge Gainsbourg, Tom Cruise e John Belushi. Realizado em parceria com o festival Sofilm Summercamp, de Nantes, na França, a sessão é um momento festivo dentro da grade do Janela, que acontecerá na madrugada do dia 1º para o dia 2 de novembro, 0h30, no Haus Lajetop & Beergarden, no Pina (Zona Sul do Recife).

Já o Rabbit Hole, em sua primeira edição, traz um diálogo afiado do cinema com as artes visuais tendo em vista a expressividade e a opressão de corpos não-normativos – mulheres, LGBT, colonizados – nas sociedades contemporâneas. Serão exibidos 12 títulos de países distintos, divididos em dois programas, que trazem essa marca política e estética.

Já o Toca o Terror, coletivo que promove programas de rádio e sessões de cineclube dedicados a filmes de horror apresenta, pelo terceiro ano consecutivo, sessões especiais no Janela. Este ano são dois títulos: o terror psicológico A Percepção do Medo, do trio de diretores Armando Fonseca, Kapel Furman e Gurcius Gewdner, uma produção entre São Paulo e Rio Grande do Sul exibida em festivais importantes como o Fantaspoa (Porto Alegre) e o BIFF (Brussels International Fantatisc Film Festival), na Bélgica; e o pernambucano Domingos, escrito e dirigido por Jota Bosco, membro do Toca o Terror, na aguardada estreia do coletivo atrás das câmeras.

Vendas antecipadas

Sempre concorrido, o Janela este ano organizou a venda online dos ingressos para não causar transtornos aos cinéfilos da cidade. A partir das 13h desta sexta-feira (21/10), será aberta a venda antecipada de ingressos pela plataforma virtual Sympla para o público em geral. Neste primeiro lote, serão comercializados, pela internet, 20% do total de entradas para as sessões de todos os longas-metragens no Cine São Luiz (clássicos, competição, sessões especiais e mostra Especial Shakespeare).

Para minimizar o efeito das extensas filas em frente ao histórico cinema de rua do Recife, os organizadores do festival decidiram, nesta edição, disponibilizar os bilhetes on line até a próxima segunda-feira (24 de outubro). As vendas finalizam às 18h desta segunda-feira (24) ou até o fim do lote. Acrescida ao valor do ingresso (R$ 5, meia para todos), será cobrada a taxa de conveniência fixa de R$ 1 nesta modalidade on line. No ato da compra, o sistema gera um bilhete que pode ser validado na entrada do Cine São Luiz, sem a necessidade de troca do voucher, somente a apresentação de um documento de identificação com foto. Cada pessoa tem direito a comprar até 2 (dois) ingressos por sessão, mediante o registro do CPF. No dia da sessão, o pagante deve imprimir o voucher com QRCode ou baixar no celular o ingresso que receber por email e levar documento com foto. Forma de pagamento: crédito, débito e boleto. Em cada sessão, os vouchers serão validados (não é necessária a troca). Não haverá fila específica para validação de ingressos online.

Paralelo a isso, a venda física antecipada no São Luiz se mantém com funcionamento do guichê nas próximas quarta (26/10), das 16h às 20h, quinta (27/10), no mesmo horário, e nos demais dias até o fim do festival. Nesse caso, serão colocados à venda até 60% dos ingressos totais, incluindo, desta vez, todas as sessões (longas e curtas) da sala, de modo que, ao menos, 40% dos bilhetes restantes sejam garantidos ao público que chegar uma hora antes do início de cada exibição. Já para vendas antecipadas no local acontecem nos dias 26 e 27 de outubro, das 14h às 20h. Valores: (R$ 5 meia para todo o público – longas) e sessão de curtas: R$ 3. Forma de pagamento: apenas espécie. Cada pessoa tem direito a comprar 2 ingressos por sessão. Informações para o dia da sessão: O público deve levar documento com foto. A partir do dia 28, bilheteria com funcionamento das 14h até a última sessão no Cine São Luiz.

Veja a grade completa

CINEMA SÃO LUIZ

Sexta (28)
16h | ABBRACINE: Eles Não Usam Black-Tie, Leon Hirszman – 123 min
18h45 | ESPECIAL: Roteiro Sentimental do Primeiro Cineasta, Walfredo Rodriguez – 8 min + Animal Político, Tião – 76 min
21h15 | FILME DE ABERTURA: O Delírio é a Redenção dos Aflitos, Fellipe Fernandes – 21 min + Eu, Daniel Blake, Ken Loach – 100 min

Sábado (29)
11h | Sessão Bossa Jovem: ESPECIAL SHAKESPEARE: Romeu e Julieta, Franco Zeffirelli – 138 min
14h30 | ESPECIAL: Toni Erdmann, de Maren Ade – 162 min
17h45 | CLÁSSICOS: 1 Berlim-Harlem, Lothas Lambert e Wolfram Zobus – 100 min
19h50 | COMPETITIVA LONGAS: Martírio, Vincent Carelli – 160 min + debate
23h45 | Sessão da Meia Noite: CLÁSSICOS: Um Dia de Cão, Sidney Lumet – 124 min

Domingo (30)
11h | CLÁSSICOS: Pinóquio, Walt Disney – 88 min
14h30 |ESPECIAL: Cinema Novo, Eryk Rocha – 90 min + debate
16h30 | COMPETITIVA CURTAS NACIONAL 1: Mudanças de Eixo – 84 min + debate
19h | COMPETITIVA LONGAS: A Cidade Onde Envelheço, Marília Rocha – 80 min + debate
21h15 | CLÁSSICOS: Hair, Milos Forman – 121 min

Segunda (31)
15h30 | COMPETITIVA LONGAS: A Economia do Amor, Joachim Lafosse – 100 min
17h30 | COMPETITIVA CURTAS NACIONAL 2: Estás Vendo Coisas – 81 min + debate
19h35 | ESPECIAL: Câmara de Espelhos, Déa Ferraz – 77 min + debate
21h40 | Reprise: ESPECIAL: Elle, Paul Verhoeven – 130 min

Terça (1º)
15h40 | COMPETITIVA LONGAS: O Ornitólogo, João Pedro Rodrigues – 118 min
18h | COMPETITIVA CURTAS INTERNACIONAL 2: Moeda Corpo – 82 min
19h45 | COMPETITIVA CURTAS NACIONAL 3: Santas, Diabas e Outras Entidades – 85 min + debate
22h | CLÁSSICOS: Eles Vivem, John Carpenter – 93 min
0h30 | Sofilm Summercamp: Cine Karaokê* | *Local: Haus Lajetop & Beergarden (Pina)

Quarta (2)
11h | ESPECIAL SHAKESPEARE: Ricardo III, Richard Loncraine – 104 min
14h | ESPECIAL: Curtas – A desconhecida, a peguete e o porteiro – 68 min + debate
15h45 | COMPETITIVA CURTAS INTERNACIONAL 1: Más Influências – 77 min + debate
17h35| COMPETITIVA CURTAS NACIONAL 4: Eclipses – 83 min + debate
19h40 | COMPETITIVA LONGAS: O auge do humano, Eduardo Williams – 100 min + debate
22h| ESPECIAL SHAKESPEARE: MacBeth, Roman Polanski – 140 min

Quinta (3)
14h | COMPETITIVA CURTAS INTERNACIONAL 3: Freud e seus Amigos – 79 min
15h35 |COMPETITIVA LONGAS: Wild, Nicollette Krebitz – 97 min
17h30| PROGRAMA CONVIDADO Rabbit Hole: Xenométricas – 53 min
18h45| ESPECIAL: A Cidade do Futuro, Cláudio Marques e Marília Hughes – 75 min + debate
20h40| ESPECIAL: O Último Trago, Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti – 92 min + debate
22h50 | Reprise CLÁSSICOS: Sedução e Vingança, Abel Ferrara – 80 min

Sexta (4)
15h30 | COMPETITIVA CURTAS INTERNACIONAL 4: Espíritos e Criaturas – 78 min + debate
17h30 | PROGRAMA CONVIDADO: Cachaça Cinema Clube: Antes, o Verão, Gerson Tavares – 80 min
19h15 | COMPETITIVA LONGAS: Muito romântico, Melissa Dullius e Gustavo Jahn – 72 min + debate
21h20 | CLÁSSICOS: Apocalypse Now, Francis Ford Coppola – 153 min

Sábado (5)
11h | Sessão Bossa Jovem: Reprise ESPECIAL SHAKESPEARE: Henrique V, Laurence Olivier – 136 min
14h10 | Reprise: CLÁSSICOS: Eles Vivem, John Carpenter – 93 min
16h | ESPECIAL: O Cinema, Manoel de Oliveira e Eu, João Botelho – 80 min + debate
18h | ESPECIAL: Gente Bonita, Leon Sampaio – 74 min + debate
20h | ESPECIAL: Solon, Clarissa Campolina – 16 min + Elon Não Acredita na Morte, Ricardo Alves Jr – 75 min + debate
22h30 | Reprise CLÁSSICOS: Robocop, Paul Verhoeven – 103 min

Domingo (6)
11h | Reprise CLÁSSICOS: O Criado, Joseph Losey – 116 min
14h | ESPECIAL SHAKESPEARE: Rei Lear, Peter Brook – 137 min
16h40 | CLÁSSICOS: Memórias do Subdesenvolvimento, Tomás Gutiérrez Alea – 104 min
18h40 | CLÁSSICOS: Sessão surpresa – 85 min
20h45 | ESPECIAL SHAKESPEARE: Shakespeare Plan On! Trilha ao Vivo por RUMOR – 70 min

CINEMA DO MUSEU

Sexta (28) 
17h30 | ABERTURA CLÁSSICOS: Memórias do Subdesenvolvimento, Tomás Gutiérrez Alea – 104 min

Sábado (29)
14h30 | ESPECIAL: Elle, Paul Verhoeven – 130 min
17h | CLÁSSICOS: O Criado, Joseph Losey – 116 min
19h15 | CLÁSSICOS: Robocop, Paul Verhoeven – 103 min
21h10 | ESPECIAL SHAKESPEARE: Henrique V, Laurence Olivier – 136 min

Domingo (30)
11h | Reprise ESPECIAL: Toni Erdmann, de Maren Ade – 162 min
14h30 | COMPETITIVA LONGAS: Diamond Island, Davy Chou – 101 min
16h30 | Reprise COMPETITIVA LONGAS: Martírio, Vincent Carelli – 160 min
19h25 | ESPECIAL: De Palma, Noah Baumbach – 107 min
21h30 | Reprise CLÁSSICOS: Um Dia de Cão, Sidney Lumet – 124 min

Segunda (31)
15h20 | Reprise COMPETITIVA CURTAS NACIONAL 1: Mudanças de Eixo – 84 min
17h | Reprise COMPETITIVA LONGAS: A Cidade Onde Envelheço, Marília Rocha – 80 min
18h40 | ESPECIAL: A Morte de Luís XIV, Albert Serra – 115 min
21h | PROGRAMA CONVIDADO Toca o Terror: A Percepção do Medo, Armando Fonseca, Kapel Furman e Gurcius Gewdner – 90 min + Domingos, Jota Bosco – 15 min

Terça (1º)
15h10 | Reprise COMPETITIVA CURTAS NACIONAL 2: Estás Vendo Coisas – 81 min
17h | Conversa com Lucrecia Martel
19h10 | Reprise COMPETITIVA LONGAS: Diamond Island, Davy Chou – 101 min
21h10 | CLÁSSICOS: O Porteiro da Noite, Liliana Cavani – 118 min

Quarta (2)
14h | Reprise COMPETITIVA CURTAS NACIONAL 3: Santas, Diabas e Outras Entidades – 85 min
15h40 | ESPECIAL: Being Boring, Lucas Ferraço Nassif – 77 min
17h15 | ESPECIAL: Porto, Gabe Klinger – 77 min
19h| CLÁSSICOS: Sedução e Vingança, Abel Ferrara – 80 min
20h40 | Reprise COMPETITIVA LONGAS: A Economia do Amor, Joachim Lafosse – 100 min

Quinta (3)
14h30 | Reprise COMPETITIVA CURTAS INTERNACIONAL 1: Más Influências – 77 min
16h | Reprise COMPETITIVA CURTAS NACIONAL 4: Eclipses – 83 min
17h40| Reprise COMPETITIVA CURTAS INTERNACIONAL 2: Moeda Corpo – 82 min
19h20| Reprise COMPETITIVA LONGAS: O auge do humano, Eduardo Williams – 100 min
21h15| ESPECIAL: Paterson, Jim Jarmusch – 115 min

Sexta (4)
15h20 | Reprise COMPETITIVA CURTAS INTERNACIONAL 3: Freud e seus Amigos – 79 min
17h | ESPECIAL: Animal Político, Tião – 76 min + debate
19h | Reprise COMPETITIVA LONGAS: O Ornitólogo, Joaquim Pedro Rodrigues – 118 min
21h30 | Baile Perfumado – 20 anos – 93 min

Sábado (5)
11h | Reprise COMPETITIVA CURTAS INTERNACIONAL 4: Espíritos e Criaturas – 78 min
14h | Reprise COMPETITIVA LONGAS: Muito romântico, Melissa Dullius e Gustavo Jahn – 72 min
15h30 | PROGRAMA CONVIDADO: Rabbit Hole: Disforias Digitais – 69 min
17h10 | ESPECIAL: Banco Imobiliário, Miguel Antunes Ramos – 61 min + debate
19h | Reprise COMPETITIVA LONGAS: Wild, Nicollette Krebitz – 97 min
21h | CLÁSSICOS: O Tambor, Volker Schlöndorff – 162 min

Domingo (6)
11h | Reprise CLÁSSICOS: Pinóquio, Walt Disney – 88 min
14h | Reprise CLÁSSICOS: Hair, Milos Forman – 121 min
16h15 | Reprise ESPECIAL SHAKESPEARE: Ricardo III, Richard Loncraine – 104 min
18h15 | ESPECIAL: O que Está Por Vir, Mia Hansen-Love – 102 min
20h15 | ESPECIAL SHAKESPEARE: Macbeth, Roman Polanski – 140 min

Sem mais artigos