Duas das principais forças emancipadoras, o feminismo e a cultura afro, estão presentes na série Afro-Feminista, lançada pelo coletivo kolor rio.

“A mulher negra no Brasil e no mundo é feita refém por ambos racismo e misoginia. Quando enfrenta uma grande variedade de questões, incluindo abuso sexual, violência doméstica, violência policial, os estereótipos culturais, a desigualdade de renda, a falta de cuidados de saúde e educação, etc. ela é sub-representada na política e na mídia. Ela têm tomado recentemente sua luta para as ruas, às redes sociais, na música mainstream e festivais de arte. O participa neste movimento via provocação visual”, escreve o manifesto do coletivo.

Os cenários para as fotos aconteceram no estúdio do coletivo, em Humaitá, no Rio de Janeiro. A estética glam-trash deu o tom usado pelas imagens, que foram divididas em “zonas”, diferenciadas por temas e estilos.

Criado em 2015, o kolor nasceu como produtora de eventos de arte. O criador Paul Kurucz, fotógrafo franco-húngaro, lançou a kolor na Hungria em 2011 antes de radicá-lo e reiventá-lo no Rio. A proposta é lançar ensaios autorais. Veja mais ensaios. Entre os próximos assuntos previstos estão “a princesa consumista”, o “scato-Trump”, “o mundo albinado”, entre outros.

Veja as fotos do Afro-Feminista.

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