O filme Amantes Constantes, que será exibido na mostra

Entrou em cartaz, desde a última sexta-feira, 4 de julho, a exposição histórica Quando foi 1968?, na Fundação Joaquim Nabuco, no Derby. Com curadoria de Moacir dos Anjos, a mostra artística envolve as duas áreas da arte mais requisitadas pelo público na região: artes plásticas e cinema.

Nas artes plástica, a exposição reúne obras de artistas como Cildo Meireles, Artur Barrio, Lygia Clark, Hélio Oiticica, Paulo Bruscky e Antonio Dias. Os objetos seguem a linha de arte encontrada, sem utilizar a arte como mera expressão de uma linguagem ilustrativa. São objetos que vão desde garrafas de coca-cola da época até quadros temáticos. São artistas do Brasil todo mostrando sua arte sobre a época. De Recife, a representação fica com Paulo Bruscky, em dupla com Daniel Santiago, com um vídeo e uma peça de arte postal.

A programação de filmes é de longe a mais visitada. Confiram:

Segunda:

18h – O caso Langlois: Arquivos de 68 (curta) + Beijos proibidos, de François Truffaut

20h – Festival de Cannes de 1968 (curta) + A chinesa, de Jean-Luc Godard

Terça:

18h – A sociedade do espetáculo, de Guy Debord

20h – Sympathy for the Devil, de Jean-Luc Godard

Quarta:

18h – Refutações de todas as críticas, tanto elogiosas quanto hostis, até aqui publicadas sobre o filme “A Sociedade do Espetáculo”, de Guy Debord

20h – Amantes constantes, de Philippe Garrel

Quinta:

18h – Terra em transe, de Glauber Rocha

20h – Personal Che, de Douglas Duarte e Adraiana Mariño

Ciclo de debates (14h30)

Segunda:

Paulo Herkenhoff + Suely Rolnik

Terça:

Ângela Prysthon + Edgard Navarro

Quarta:

José Celso Martinez Corrêa

Exposição até 20 de julho na Galeria Vicente do Rego Monteiro

Serviço:

Mostra Quando foi 1968?
Onde: na Fundação Joaquim Nabuco Centro Cultural Mauro Mota (Rua Henrique Dias, 609, Derby) Informações: 3073-6659

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