RECÉM-CHEGADA
Jonas Elmer
[New in town, EUA, 2009]

Eternizada pelo Diário de Bright Jones, a britânica Renée Zewellger volta em mais uma comédia romântica água com açúcar. Lucy Hill (Zewellger), uma executiva de Miami, quer provar ao chefe o quanto pode inovar em sua carreira com jogo de cintura e aceita inspecionar a reconstrução de uma fábrica em Minnesota. Nova na cidade interiorana, recebe toda a hostilidade dos moradores em uma luta cômica por adaptação. Conhece Ted Mitchell (Connick), um representante lindo do sindicato que quer impedir a matriz de fechar a filial da empresa em sua cidade. Zewellger deficilmente fará um estouro de filme como Diário… novamente. Até tentou ser engraçada e mais “ela” neste, mas as piadas são forçadas demais para tal. Umas cenas até engaçadas, mas pode-se passar sem este longa tranquilamente. Nos cinemas desde sexta-feira. [LA]

NOTA: 4,0

A FESTA DE GARFIELD
Kyung Ho Lee e Mark Dippe
[Garfield’s Fun Fest, EUA, 2009]

O gato mais preguiçoso do mundo volta com um terceiro longa. Voltado ao público infantil, desta vez o gato amante da lasanha não vem com frases sofisticadas e tiradas irônicas e inteligentes, é tudo muito simples e claro, sem espaço para interpretações dúbias. Nesta trama, Gargield acredita ter perdido o poder de fazer rir. Visando vencer um concurso de piadas, sai ao lado de seu fiel companheiro, o cachorro Odie, em busca da água da diversão com o poder de tornar quem a bebe engraçado. Em olhos adultos, os efeitos especiais não passam de um gato tosco, não foi usada muita tecnologia para suavizar a visão o animal, mas deve funcionar com seu público alvo. Nos cinemas desde sexta-feira. [LA]

NOTA: 2,0

LIÇÃO DE AMOR
Federico Moccia
[Scusa ma ti chiamo amoré, ITA, 2008]

Alex (Raoul Bova), um publicitário de 32 anos em busca do emprego perfeito, atropela a estudante do ensino médio Niki (Michela Quattrociocche), de 17 anos. Após uma explanação da vida dos dois personagens com direito a flashback biográfico super dramático, cruzam-se em uma rua de Milão. Para os fãs de romance meloso, uma boa pedida, principalmente por ouvir declarações de amor e curtição de fossa em italiano. Niki, sem transporte depois do acidente (uma vespa, menor que uma Biz) resolve que Alex deve ser seu chofer particular, deixando o moço.

Jonas Elmer entrar na sua vida descaradamente. O impasse seria a diferença de idade, ao mesmo tempo que a pimenta do romance, pois a juventude e sede de viver da moça retira Alex de sua depressão por ter levado um pé na bunda no casamento e lhe devolve um pouco de amor à vida. Totalmente previsível, sem cenas estupendas ou frases escabrosas dignas de palmas. Pelo Brasil chega um ano atrasado e com passagens em poucas salas. [LA]

NOTA: 3,0

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