A DUQUESA
Saul Dibb
[The Duchess, ING/ ITA/ FRA, 2008)

Romance de época baseado em história real. Na Inglaterra do século XVIII, a jovem Georgiana torna-se aos 18 anos a Duquesa de Devonshire (Keira Knightley), casando-se com o duque (Ralph Fiennes) mais famoso, rico e influente da época. Após tentativas frustradas de ter um filho homem, Georgina ver-se em um casamento de aparências no qual o marido a obrigada a conviver e comer na mesma mesa com a amante, sua ex-amiga. Keira virou figurinha de época no cinema com seus últimos trabalhos em Desejo e Reparação e Orgulho e Preconceito e está em excelente atuação neste, com uma fúria de sentimentos no olhar. Destaque para o figurino, resultado de pesquisa de modelitos da época e em concordância com os momentos e figura “fashion” que foi a duquesa para a sua época. O roteiro foi baseado nas cartas deixadas pela própria Georgina, base para o romance de Amanda Foreman. [LA]

NOTA: 8,0

VELOZES E FURIOSOS 4
Justin Lin
[Fast & Furious, EUA, 2009]

Quem viu os três primeiros longas da série sabe o que vem no quarto: mulher sensual, carros, disputas, homens sarados e muita voz grossa e sem sal na busca em ser o ‘garoto da rua’. Ao menos os atores da primeira franquia estão de volta. Na trama, Dominic Toretto (Vin Diesel) e Brian O´Conner (Paul Walker) precisam resolver as diferenças do passado. Na disputa, percebem que estão atrás de um inimigo em comum, um traficante de heroína procurado pela polícia. Para isso, correrão pelas ruas da cidade em seus potentes carros turbinados com muito cavalo de pau e freios inimagináveis. Para quem curte adrenalina, batidas e efeitos especiais e mirabolantes com carros, um ótimo filme (ignorando enredo, trama, elenco…entre muitas outras coisas). [LA]

NOTA: 2,0

O EQUILIBRISTA
James Marsh
[Man on Wire, 2008]

O documentário traz a história do equilibrista francês Francês Phillippe Petit e seu plano original de atravessar as torres gêmeas, indo de uma à outra andando por um cabo de aço. O fato foi considerado “o crime artístico do século” e noticiado em mídia mundial. O doc, ao longo de sua 1h30, traz imagens reais das emissores de TV de 1974, alternadas por dramatizações. Destaque para a arquitetura do plano montado por Petit, mostrado na íntegra em seus bastidores dramatizados atravÉs de depoimentos. Um excelente trabalho de reconstituição do fato através de depoimento de todos os envolvidos. O longa foi vencedor do Oscar 2009 de melhor documentário. [LA]

NOTA: 8

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