A holandesa mais latina de todas, Maite Honore (Foto: Ralph Fernandes/Divulgação)

A holandesa mais latina de todas, Maite Honore (Foto: Ralph Fernandes/Divulgação)

Lulina e novidades latinas foram destaques no Rec-Beat

Por mais um ano, o Rec-Beat reafirma sua vocação de celebrar os ritmos latinos. É um dos festivais que mais exploram a diversidade da América Latina em todo o Brasil. Nessa segunda (3), o evento trouxe nomes famosos e apostas, como Max Capote, do Uruguai e Maite Hontelé (Colômbia). Ontem também foi a noite para conhecer novidades da pernambucana Lulina.

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Outro diálogo frequente do Rec-Beat é com a cena musical do Pará, representado este ano por Manoel Cordeiro e os Desumanos. O show contou com a participação do filho de Manoel, o cantor Felipe Cordeiro – que também já tocou no evento. O show foi um dos mais animados da noite, com muita gente dançando e arriscando passinhos na multidão.

Manoel Cordeiro, ícone das misturas Caribe-Brasil (Foto: Ralph Fernandes/Divulgação)

Manoel Cordeiro, ícone das misturas Caribe-Brasil (Foto: Ralph Fernandes/Divulgação)

Manoel trouxe o filho Felipe Cordeiro, que já tocou por aqui (Foto: Ralph Fernandes/Divulgação)

Manoel trouxe o filho Felipe Cordeiro, que já tocou por aqui (Foto: Ralph Fernandes/Divulgação)

Manoel é nome importante da música do Pará e foi um dos primeiros artistas no Brasil a colocar no mesmo caldo os ritmos brasileiros com música caribenha e cumbia. Já Max Capote trouxe uma atitude punk e pop à latinidade, com um rock retrô cheio de programação eletrônica. O músico vem fazendo bastante sucesso no exterior, com escalação em festivais importantes.

E ele estava empolgadíssimo no Rec-Beat, indo inclusive de encontro ao público após atravessar o “fosso”, onde ficam os fotógrafos.

Max Capote é nome importante na AL hoje (Foto: Ralph Fernandes/Divulgação)

Max Capote é nome importante na AL hoje (Foto: Ralph Fernandes/Divulgação)

Max Capote, punk-latino no Carnaval (Foto: Flora Pimentel/Divulgação)

Max Capote, punk-latino no Carnaval (Foto: Flora Pimentel/Divulgação)

Já a holandesa radicada na Colômbia Maite Hontelé também teve sua dose de improviso que foi bem recebido pelo público. Ela passou parte do show interagindo com o músico local Anderson Oliveira, do Ska Maria Pastora. Em seguida, ele acabou subindo ao palco, onde tocou trompete com a banda até o fim do show. Maite vem atraindo atenção desde que se estabeleceu em Medelín, tendo tocado com Buena Vista Social Club e Juan Carlos Coronel.

Maite Honore tocou com o pernambucano Anderson Oliveira (Foto: Ralph Fernandes/Divulgação)

Maite Honore tocou com o pernambucano Anderson Oliveira (Foto: Ralph Fernandes/Divulgação)

Já Lulina, que hoje mora em São Paulo, comprovou que ainda tem muitos fãs em sua cidade natal. Uma turma bem em frente ao palco cantava todas as músicas e gritavam pela cantora, com faixas e cartazes. Ela apresentou no Rec-Beat seu segundo disco, Pantim, lançado ano passado.

Lulina, de volta para casa (Foto: Flora Pimentel/Divulgação)

Lulina, de volta para casa (Foto: Flora Pimentel/Divulgação)

Foto: Flora Pimentel/Divulgação.

Foto: Flora Pimentel/Divulgação.

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