Foto: Divulgação.

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O músico norte-americano B.B. King, conhecido como o Rei do Blues, morreu nessa sexta (15) em Las Vegas, nos EUA, aos 89 anos. Ele sofria há mais de vinte anos de diabetes.

King tinha sido internado pela última vez no último dia 2 de abril após uma forte desidratação.

Ao longo de 60 anos de carreira, ele gravou mais de 50 discos com inúmeros hits como “Three o’clock blues”, “The thrill is gone”, “Payin’ the cost to be the boss”, “Everyday I have the blues”, “Why I sing the blues”, e “Please love me”.

Nascido no Mississippi, nos EUA, em 16 de setembro de 1925, King começou tocando em esquinas e espeluncas após ter aprendido sozinho a tocar. Seu primeiro grande sucesso foi “Three o’clock blues”, de 1950, quando estorou em toda a América. Após uma extensiva turnê que durou anos, ele se transformou no “Rei do Blues”, título que segurou até sua morte.

Há diversas histórias envolvendo o mito. Em 1949, uma luta de bar estorou um barril de querosene que deflagrou um incêndio. King correu entre as labaredas para recuperar sua guitarra e quase morre quando o prédio veio abaixo. Depois acabaria batizando sua guitarra com o nome da mulher que iniciou o fogo: Lucille.

King foi introduzido ao Hall da Fama do Rock em 1987 e ganhou a Medalha Presidencial da Liberdade, a maior honraria de Estado norte-americano.

B.B. King trabalhou sem parar por quase toda a sua vida. Mesmo já sofrendo com efeitos decorrentes da diabetes, ele fazia cerca de 100 apresentações por ano aos 86 anos.

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