Em notas, falatórios, babados e curiosidades do Festival

  • Muito especial a pequena “exposição” que preenchia todo o corredor que dava acesso à  Sala Cine UFPE. Eram desenhos xerocados que retratavam tipos conhecidos da cena underground de Recife-Olinda, entre eles Geladeira Metal, Sabiá Sensível, Monstro Amor e, claro, Catarina Dee Jah.
  • Um espaço “dance” foi montado para apresentar roupas e acessórios da grife Bendito Fruto. O set electro-farofa reuniu pintosas e pseudo-clubbers que quiseram balançar o esqueleto. Na sexta, estava lotado. Um dos entusiastas até agarrou a reportagem de O Grito! para dançar, que saiu assustada. No sábado, morgados estava vazio.
  • Seguindo o exemplo bem-sucedido do Julia Says, que ano passado distribuiu cdzinhos demo para jornalistas e produtores, várias bandas aproveitaram o evento para entregar seus trabalhos a jornalistas. A abordagem direta era mesmo a estratégia: na Sala Cine, um representante de uma banda parava quem estivesse anotando em bloquinho para entregar um press-kit com disco e release.
  • Na sexta, com ingressos esgotados, cambistas aproveitavam o fanatismo dos fãs de Marcelo Camelo. Teve gente que comprou por R$ 100. Enquanto isso, fãs rancorosos do Vanguart faziam as vezes de cambistas e vendiam os ingressos a preços módicos.
  • Emocionada a cantora Mallu Magalhães não quis falar com a imprensa após sua apresentação especial no show de Marcelo Camelo. Ele também não apareceu e deixou a ver navios uma sala de imprensa apinhada de gente.
  • No outro dia, Mallu tirou fotos com todo mundo e distribuiu abraços aos jornalistas.
  • Nos corredores do festival dizia-se que Catarina estava mais badalada que as atrações suecas. Seu show no sábado era muito aguardado. Após a apresentação era possí­vel a ver flanando pelo teatro com seu vestidinho azul.
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