MICHELLE MELO E A RE-SIGNIFICAÇÃO DO BREGA
Por Fernando de Albuquerque

Se no pas­sado a tchur­mi­nha des­colê ouvia Reginaldo Rossi e tor­cia o nariz para suas can­ções român­ti­cas, hoje, a coisa é bem dife­rente. Elevada à uma nova cate­go­ria, a música brega (da qual nosso que­rido intér­prete de “Garçom”, supra­ci­tado, faz parte) saiu do ostra­cismo do subúr­bio e ganhou a praça da pri­meira classe. Re-embalada sobre o ideá­rio de uma esté­tica trash-cult, o ritmo que faz a cabeça de quem sor­ra­tei­ra­mente ganha o dia em Roda de Fogo, Buraco da Gata e Bola na Rede é a mais nova sen­sa­ção da classe média consumista.

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