BÊ FORMIGA
Bê Formiga tornou-se conhe­cida com a banda Rádio de Outono, que trouxe um tom de dream-pop para o indie bra­si­leiro dos anos 00. Mas, no fundo, nin­guém a conhece de fato. É o que ela deixa explí­cito nessa nova fase em que estreia seu pri­meiro tra­ba­lho solo. A Mulher No Fim do Mundo chega para con­tar mais dessa artista que come­çou que­rendo criar um novo Balão Mágico, mas que hoje tem Vespertine de Björk como man­tra e gosta de Vitor Ramil. Por Paulo Floro

MÚSICA
Crítica: Patrick Wolf, Beady Eye, Maglore e Sonic Youth
Crítica: Lady Gaga, o monstro que não mete medo
Rome, por Tony Berchmans
Cobertura: Marcelo Jeneci
Entrevista: Os Velhos, de Lisboa
Crítica: Bidê Ou Balde, Raphael Saadiq e Wild Beasts
O R&B dark de The Weeknd
Galeria: Lady Gaga
Cobertura: Marcelo Camelo, no Recife, por Rafaella Soares
Cobertura: Nuda

QUADRINHOS
+ Quadrinhos: Y – O Último Homem: Senha, Jonah Hex
Crítica: Mundo Fantasma, por Jota Silvestre
Especial: Super-heróis no divã
Crítica: Fahrenheit 451
Novos quadrinhos Disney, por Paulo Floro
Crítica: Homem-Aranha Noir
Crítica: Shakespeare Mangá

CINEMA
Trabalho Interno, por Tiago Negreiros
Galeria: clássicos sem CG
Crítica: Lanterna Verde
Crítica em áudio: X-Men First Class

SOCIEDADE
Iara Lima: Porque sofro
Felipe Attie: Tenho que começar a envenenar crianças
Entrevista Paulo Hilu
A marcha das Vadias

LIVROS
Crítica: Nas Redes do Sexo
Entrevista Joumana Haddad, por Fernando de Albuquerque

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