JOÃO TORDO

Jovem e cos­mo­po­lita, o escri­tor por­tu­gues João Tordo é a per­so­ni­fi­ca­ção de uma per­sona lite­rá­ria “entre mun­dos”: ainda com um pé no pas­sado, mas cons­truindo uma nova pas­sa­gem para a rea­li­dade coti­di­ana. Seu último livro “As Três Vidas” é a per­feita meto­ní­mia do escri­tor pós-industrial e, aqui, ele conta a his­tó­ria de Antônio Augusto Millhouse Pascoal, um homem para lá de mis­te­ri­oso e que, como psi­ca­na­lista não muito con­ven­ci­o­nal, trata paci­en­tes famo­sos. Pessoas que repre­sen­tam de alguma forma algum grande acon­te­ci­mento do mundo cri­ado por Tordo. Arautos da guerra civil espa­nhola, defen­so­res da demo­cra­cia na América Central, rebel­des inte­lec­tu­ais que, por bem ou por mal, tem a mente e o corpo preso em seus insu­ces­sos enquanto defen­so­res de um ideá­rio geopolítico.


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